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    Arquidiocese do Rio de Janeiro é criada pelo Papa Bento II

    No último dia 24 de novembro, na Solenidade de Cristo Rei e no contexto do Ano Santo da Esperança, Sua Santidade o Papa Bento II promulgou uma Constituição Apostólica de grande significado para a Igreja no Brasil: a plena reabertura e restauração canônica da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

    O documento, marcado pela solenidade e profundidade próprias do Magistério Pontifício, inicia-se sob a invocação do Espírito Santo, “que renova a face da terra” (Sl 104,30), reconhecendo que, nos diversos tempos da história, o mesmo Espírito suscita caminhos novos para o anúncio do Evangelho. Em sua reflexão, o Santo Padre recorda a íntima ligação da cidade com seu padroeiro, São Sebastião, cuja coragem perante o martírio elevou seu testemunho a um símbolo permanente de fidelidade a Cristo.

    A partir dessa inspiração, Bento II afirma ter discernido, diante de Deus, que “era tempo de reerguer aquilo que, por diversas circunstâncias, havia sido encerrado”, a fim de que a luz da Igreja Particular do Rio de Janeiro novamente resplandecesse “como cidade construída sobre o monte” (Mt 5,14). Movido pela caridade de Cristo, o Papa estabelece solenemente a restauração da Arquidiocese, devolvendo-lhe todos os direitos e prerrogativas próprios de uma Sé Metropolitana, incluindo o título de Primaz.

    A decisão representa não apenas um ato jurídico, mas um gesto pastoral voltado à renovação espiritual do povo fluminense. Em suas palavras, a Arquidiocese é chamada a reassumir plenamente sua missão de “ensinar, santificar e governar o povo de Deus”, contribuindo para que todos alcancem “a unidade da fé e o conhecimento do Filho de Deus” (Ef 4,13). Os limites territoriais permanecem os anteriormente determinados pela Santa Sé, até que se julgue oportuno revisá-los.

    O Papa confia esta nova etapa ao amparo materno de Nossa Senhora da Glória e ao patrocínio de São Sebastião, para que a Igreja no Rio de Janeiro se mantenha firme “na esperança que não decepciona” (Rm 5,5).

    A promulgação, realizada junto ao túmulo de São Pedro e sob o Anel do Pescador, marca o primeiro ano do Pontificado de Bento II e inaugura um período de graça para a vida e missão da nossa Igreja. A Arquidiocese, renovada em sua dignidade e responsabilidade pastoral, volta a erguer sua voz e seu serviço em favor de todo o povo fluminense, consciente da nobre herança recebida e do luminoso dever de anunciar Cristo ao coração da cidade maravilhosa.

    Que esta restauração seja fonte de novo ardor missionário, de unidade fraterna e de profundo testemunho cristão para todas as famílias que compõem a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro.

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